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O biofeedback utiliza sensores electrodérmicos para medir a resposta galvânica da pele (GSR), também conhecida como resposta electrodérmica (EDR). A GSR mede suaves impulsos eléctricos na superfície da pele, que se alteram devido à humidade. Esta muda de acordo com o grau de stress ou de relaxamento do organismo. Existe uma relação directa entre a actividade nervosa simpática e a excitação emocional. A GSR é tão sensível que pode até mesmo medir flutuações nos estados emocionais: pensemos no detector de mentiras, por exemplo. Os equipamentos de biofeedback medem a actividade muscular, a temperatura da pele, a actividade electrodérmica (actividade das glândulas sudoríparas), respiração, frequência cardíaca, variabilidade desta última, pressão arterial, actividade eléctrica cerebral e fluxo sanguíneo. Existem muitos tipos de biofeedback: GSR, EEG, tomografia computadorizada, ressonância magnética, etc. Estas tecnologias são capazes de capturar os sinais eléctricos analógicos do organismo e traduzi-los em informação significativa através de um complexo software algorítmico que um técnico especializado pode então decifrar. O Sistema INDIGOTM utiliza cinco confortáveis fitas condutoras com sensores que medem a EDR, nos pulsos, tornozelos e testa. Possui sensibilidade e precisão suficientes para medir as reacções de stress de EDR em mais de 10 000 diferentes assinaturas Trivector que normalmente interagem com o corpo humano. Estas assinaturas Trivector, vão aparecer na matrix do software do INDIGOTM, permitindo ao técnico ter um maior acesso ao perfil dos factores de stress mais estreitamente ligados ao estilo de vida e bem estar. O sofisticado gerador de ondas também re-harmoniza os corpos físico e emocional, ao detectar reacções de stress anormais, ajudando assim o cliente a criar respostas energéticas mais coesas e coerentes face ao stress. Pesquisas demonstram que o biofeedback, isoladamente e em combinação com outras terapias comportamentais é eficaz no tratamento de uma variedade de transtornos médicos e psicológicos. Em 1987, Schneider descobriu que o biofeedback é eficaz na redução de consultas médicas, uso de medicação, duração e frequência de internamentos hospitalares, bem como reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida. Estudos feitos por Jonas e Levin mostram o biofeedback como a intervenção ideal para pessoas que procuram: - Intervenções mais suaves, menos tóxicas e menos invasivas
- Opções terapêuticas mais integrais e alternativas
- Mais informação e escolha na tomada das melhores decisões para os seus cuidados de saúde.
- Mais participação e envolvimento no seu tratamento
Médicos e cientistas vêm agora o biofeedback, no seu aspecto de terapia psico-educacional, afirmando: “One of the most fundamental and critically necessary strategies for reducing long term health care costs and improving health and quality of life is appropriate, timely, psychological and educational interventions.” - www.biofeedbackinternational.com
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