Esta nova visão da realidade entronca, de uma forma surpreendente mas precisa, nos conhecimentos ancestrais das medicinas tradicionais chinesa, ayurveda e outras, que já definiam os conceitos de saúde e doença de um ponto de vista energético.
O conceito de “corpo energético” desenvolvido através do trabalho de Einstein (prémio Nobel em 1921), Einthoven (prémio Nobel em 1924), Albert Szent-Gyorgyi (prémio Nobel em 1937) e Burr, por exemplo, é hoje absolutamente aceite nos círculos científicos, tendo a biofísica provado que toda a matéria tem a sua própria frequência vibracional. Tudo – emoções, formas de pensamento, vírus, bactérias, neurotransmissores, som e cor, células, tecidos ou órgãos – todos têm frequências ressonantes e cada um, uma forma de onda electromagnética característica, única e indissociável.
Um corpo saudável tem uma forma de onda regular. Esta onda é perturbada em caso de situações de stress elevado ou presença de problemas, ou seja, o modelo de onda varia em reacção aos problemas ou factores de stress. Equilibrando ou eliminando esses factores, as capacidades inatas auto-curativas do organismo restauram a homeostase do “corpo eléctrico”.
O desenvolvimento de equipamentos e tecnologias que deram a estes conceitos sustentabilidade prática e tornaram estas comparações possíveis deram origem à moderna medicina bioenergética e a um dos seus campos de actuação: a terapia quântica de biofeedback ou quantum biofeedback.
O quantum biofeedback é uma tecnologia não invasiva que energeticamente analisa e harmoniza os factores de stress e desequilíbrios do organismo. Integra corpo e mente ou seja considera os componentes psico-fisiológicos da pessoa. “Cada alteração que ocorre no estado fisiológico é acompanhada de uma alteração no estado emocional e mental.” (Schwartz)